Aramis,entre a espada e a batina
Elegante, discreto e perigosamente inteligente. Aramis promete a cada capítulo largar a espada pela Igreja, e a cada carta perfumada muda de ideia.
No romance
Aramis é um seminarista que virou mosqueteiro por causa de um duelo e vive dizendo que vai voltar ao seminário. Tem amores secretos na alta nobreza, escreve versos e guarda segredos melhor que qualquer um.
Dos quatro, é o mais ambicioso. Em Vinte Anos Depois é o abade d’Herblay, conspirando na Fronda; em O Visconde de Bragelonne é bispo de Vannes, geral secreto dos jesuítas e autor do plano de trocar Luís XIV pelo irmão gêmeo, o homem da máscara de ferro.
É o único dos quatro que sobrevive à trilogia: termina como duque e embaixador da Espanha.
Henri d’Aramitz
Henri d’Aramitz (c. 1620–1674) era abade leigo de Aramits, no Béarn: um título que dava rendas da Igreja a uma família nobre sem obrigar ninguém a ser padre. Era aparentado com Tréville e entrou nos mosqueteiros por volta de 1640.
Diferente do Aramis de Dumas, casou-se, teve filhos e voltou para o Béarn.
Momentos decisivos
Os capítulos em que Aramis muda a história. Clique no número para ler o resumo.
- Cap. IV
O lenço
D’Artagnan devolve, em público, um lenço que comprometia uma dama.
- Cap. XXVI
A tese de Aramis
Quer ser padre, até ler uma carta da amada.
- Cap. XXXIV
O equipamento
Uma “costureira” misteriosa lhe manda um bolso cheio de ouro.
- Cap. XLVII
O conselho
É dele a ideia de usar a amante para avisar a Rainha.