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Os Três Mosqueteiros Paris, 1625 · Dumas, 1844

Personagens

O conde de Rochefort,o homem de Meung

Um fidalgo de cabelos escuros e cicatriz na têmpora, à janela de uma estalagem, rindo de um cavalo amarelo. É assim que começa a maior inimizade do livro.

D’Artagnan e Rochefort, de espadas baixadas, apertam as mãos num campo.
D’Artagnan e Rochefort se reconciliam. Maurice Leloir, 1894.

No romance

Rochefort é o braço direito do cardeal de Richelieu. Em Meung, zomba de d’Artagnan, manda dar-lhe uma surra e rouba sua carta de recomendação. Durante todo o livro, d’Artagnan o procura para se vingar.

Organiza os raptos de Constance, leva as ordens do Cardeal a Milady e, no fim, prende d’Artagnan. No epílogo, os dois duelam três vezes e acabam amigos. Em Vinte Anos Depois, d’Artagnan o mata por acidente numa revolta em Paris, sem reconhecê-lo.

Uma mulher lê uma carta à luz de uma vela, junto à lareira.
Uma carta roubada, como a de Meung.
Na história

Saído de outro livro

Rochefort vem das Memórias do conde de Rochefort (1687), outro livro de Gatien de Courtilz de Sandras, o mesmo autor das memórias falsas de d’Artagnan que inspiraram Dumas. Ninguém sabe se o conde existiu.

Momentos decisivos

Os capítulos em que Rochefort muda a história. Clique no número para ler o resumo.

  1. Cap. I

    Meung

    Ri do cavalo, provoca o duelo e rouba a carta.

  2. Cap. III

    Pela janela

    D’Artagnan o vê na rua e sai correndo atrás dele.

  3. Cap. XIV

    Reconhecido

    Bonacieux o encontra no gabinete do Cardeal.

  4. Cap. LXII

    Com Milady

    Leva as últimas ordens do Cardeal ao convento.

  5. Cap. LXVII

    A prisão

    Prende d’Artagnan e o leva a Richelieu.