O conde de Rochefort,o homem de Meung
Um fidalgo de cabelos escuros e cicatriz na têmpora, à janela de uma estalagem, rindo de um cavalo amarelo. É assim que começa a maior inimizade do livro.
No romance
Rochefort é o braço direito do cardeal de Richelieu. Em Meung, zomba de d’Artagnan, manda dar-lhe uma surra e rouba sua carta de recomendação. Durante todo o livro, d’Artagnan o procura para se vingar.
Organiza os raptos de Constance, leva as ordens do Cardeal a Milady e, no fim, prende d’Artagnan. No epílogo, os dois duelam três vezes e acabam amigos. Em Vinte Anos Depois, d’Artagnan o mata por acidente numa revolta em Paris, sem reconhecê-lo.
Saído de outro livro
Rochefort vem das Memórias do conde de Rochefort (1687), outro livro de Gatien de Courtilz de Sandras, o mesmo autor das memórias falsas de d’Artagnan que inspiraram Dumas. Ninguém sabe se o conde existiu.
Momentos decisivos
Os capítulos em que Rochefort muda a história. Clique no número para ler o resumo.
- Cap. I
Meung
Ri do cavalo, provoca o duelo e rouba a carta.
- Cap. III
Pela janela
D’Artagnan o vê na rua e sai correndo atrás dele.
- Cap. XIV
Reconhecido
Bonacieux o encontra no gabinete do Cardeal.
- Cap. LXII
Com Milady
Leva as últimas ordens do Cardeal ao convento.
- Cap. LXVII
A prisão
Prende d’Artagnan e o leva a Richelieu.